Como esquecer um amor e superar o término de um relacionamento

Eu trago aqui para vocês 10 dicas que são muito importantes neste processo que é sempre tão difícil e tão doloroso.

Como superar o término de uma relação e sair bem e estar pronto para começar de novo.

Leia também: Como saber se ele me ama? Psicóloga explica

1) Terminar um relacionamento é um processo

A gente fica torcendo muito para que passe rápido, porque a gente chora, a gente se incomoda, só quer ficar na cama, ficar olhando para a parede e lembrar dos momentos bons e ficar muito triste.

Mas o fato é que não é possível acelerar um processo que eu preciso de tempo para me curar. Tudo na vida tem um processo.

Uma planta leva tempo para crescer, o dia leva tempo para passar, então terminar um relacionamento e ficar OK com o término deste relacionamento também leva tempo.

É um processo, respeite o processo.

Olá! Eu sou o Dr. Bot, um assistente virtual e estou aqui para ajudar a esclarecer suas principais dúvidas!

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Qual das opções quer saber mais?

2) Não fique muito tempo sozinho(a)

Sabe aquela frase “mente vazia, oficina do diabo”?

Você fica muito tempo sozinho(a) olhando para a parede, criando minhocas, criando hipóteses, querendo tentar entender por que a relação acabou, querendo esmiuçar os comportamentos finais daquela pessoa e às vezes só lembrando das coisas boas.

A verdade é que nosso cérebro sacaneia a gente. Por conta da abstinência daquela relação, da falta que aquela pessoa faz, a gente só consegue lembrar das coisas boas, ou pensar no que poderia ter feito de diferente.

Às vezes aquela pessoa foi péssima com a gente, mas de alguma forma o nosso cérebro consegue fazer a gente achar que “não foi tão ruim assim”.

Então não passe muito tempo sozinho(a), cerque-se de pessoas que são positivas, que fazem bem para você.

Cerce-se de pessoas que estão dispostas a falar disso e também de outros assuntos que são mais leves.

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Cerque-se de amigos

3) Mantenha-se distraído(a)

Procure uma atividade para se manter ocupado(a) e atividades que tragam resultados positivos.

Por exemplo: Academia, leitura, ir a algum lugar diferente que você nunca foi, jantar num lugar diferente, enfim, fazer outras atividades.

Vá a lugares que nunca foi

4) Mantenha-se ocupado(a)

É legal ter uma agenda, ou uma lista de coisas para o dia, ou se programar para um dia de cada vez, mas nunca ficar sem fazer nada.

Pois se você ficar sem fazer coisas, parece que pesa.

Sabe quando você acorda com uma música na cabeça, e aquilo te irrita? É a mesma coisa com um término de um relacionamento.
Por que a música irrita? Porque você fica focado(a) na música. Quando que ela vai embora? Quando você para de se importar e começa a se focar em outras coisas.

A medida que você se distrai, você dá tempo para o seu coração começar o processo de cura.

Mantenha-se distraido

5) Faça pesquisas entre seus amigos

Fale com amigos e amigas, como eles superaram e sobreviveram aos términos de relacionamentos.

Quais as atividades que eles escolheram que os levaram a ter um pouco de paz e a sentirem-se um pouco mais leves?

6) Assista filmes sobre isso

Não recomendo aquelas comédias românticas muito água com açúcar, mas existem vários filmes que mostram como é o processo do início ao fim de você sair do fundo do poço e sentir-se melhor.

Tem livros também sobre isso. Grupos na internet, ou até grupos na sua cidade de pessoas que se reúnem para falar do que elas estão sentindo.

Um grupo de apoio pode ajudar muito.

É sempre bom saber que não tem só você nesta situação.

7) Preste atenção na sua intuição

Preste atenção aos seus sentimentos e sua intuição.

O que a tua intuição está te dizendo? Que vai ficar tudo bem? Que você vai sobreviver? Que já foi pior? Que ele(a) não era tão bom assim?

Escute a sua intuição.

Atenção à sua intuição

8) Não tente curar um amor com outro

Isso é uma baita furada, e a gente faz isso com bastante frequência.

Geralmente quando a gente rapidamente ocupa nosso coração é porque a gente não quer sofrer. A gente não quer ter que lidar com aquela coisa pesada do término de um grande amor.

A nova pessoa, coitada, é capaz de sofrer com isso também. Pois você não está emocionalmente muito disponível.

No começo pode até ser bacana, mas muitas vezes logo essa nova pessoa acaba não servindo mais, ou seja, ela só servia para aquela dor não ficar tão pesada.

Antes de tentar curar um amor com outro, pense que você está envolvendo uma nova pessoa que não tem nada a ver com isso, e que só vai servir no propósito de você não sofrer.

O sofrimento faz parte da vida. Sofrimento é bom pois no sofrimento a gente cresce.

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9) Converse com pessoas que você confia

Procure um profissional. Acho que nessas horas o psicólogo pode te ajudar muitíssimo.

Ou se você é uma pessoa que tem uma religião, procure alguém da sua igreja, ou do local que você frequenta, que vai te ajudar a superar isso.

Conversar e trocar ideia sobre isso ajuda você a digerir melhor a situação e a entender o que está acontecendo.

Converse com pessoas que você confia

10) É um processo, e passa. Mas leva tempo!

E para terminar, quero falar sobre o que já falei lá no comecinho. É um processo. Prometo que passa, só que leva tempo. Para uns mais para outros menos.

Mas com essas dicas que eu passei o processo pode ser menos doloroso e até mais rápido.

Então observe-se, dê a si mesmo(a) uma chance.

Ah, mais uma coisa.

Eu sei que muitas vezes a gente não tem vontade de sair da cama. Não tem vontade de sair com os amigos e de se divertir. Não espere a vontade chegar. Faça.

Se force a sair da cama, a fazer atividades, porque muitas vezes pode levar um tempão para a vontade chegar mesmo. Então se dê novas chances e novas oportunidades.

E para quem não está passando por esta situação no momento, guarde essas dicas, porque mais cedo ou mais tarde isso pode acontecer.

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Caroline Busarello Bruning
Caroline Busarello Bruning

Psicóloga pela Universidade Regional de Blumenau (FURB). CRP12/08776. Terapeuta individual e de casal. Especialista em terapia cognitiva pelo Instituto Catarinense de Terapias Cognitivas (ICTC- Florianópolis) e Especialista em Sexualidade Humana pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

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