Você já pensou em saber sobre o que é o swing? Já pensou em pratica-lo?

Bom, vou falar um pouco do que sei sobre swing.

Provavelmente algum dia você já deve ter entrado em algum site, em algum anúncio ou em locais de busca na internet e já deve ter visto pelo menos alguma vez anúncios desta prática sexual.

Eu já fiz isso, até sem querer, porque aparecem na tela de inúmeros sites.

Há 10 anos atrás nós não veríamos esses anúncios com tanta facilidade, tudo era mais escondido.

Agora se eu ou você andarmos por cidades um pouco maiores, já vamos passar pelo menos na frente de uma casa de swing, e às vezes sem saber, sem notar.

O que é Swing?

O swing é uma prática sexual que vêm ganhando maior número de adeptos, à medida que o tempo passa.

Conhecida como troca de casais, envolve geralmente mais de 2 casais, e normalmente é realizada em locais de acesso a mais pessoas.

Falo, geralmente mais de 2 casais, porque 2 casais normalmente se nomeia como “troca de casais”, o swing frequentemente envolve mais pessoas.

Algumas boates ou casas de swing até permitem em dia específicos que se entre sem acompanhante cobrando uma entrada até mais cara para justificar a entrada na casa ou na boate sem alguém junto.

Mas se entrar acompanhado(a) o valor do ingresso em geral fica bem mais acessível.

Você consegue falar de swing naturalmente? Se não consegue, considere-se normal, porque ainda é um tema novo, logo logo esse assunto será bem mais aberto.

Talvez muitos nem o pratiquem, mas gostariam de saber o que é.

Faça uma experiência, digite no Google a palavra swing, ou casa de swing e junto acrescente a cidade que você busca que logo vai encontrar algo perto de você.

Claro, aquilo que eu falei, sobretudo em cidades maiores, nas cidades muito pequenas já fica um pouco mais difícil encontrar.

3 regras básicas para os praticantes de swing

Para quem pratica swing sabe, 3 regras são básicas.

  1. Comunicação: Antes de qualquer coisa, se você for praticar, vale acordar entre o próprio casal, entre você e quem estiver com você, o limite que desejam, até que ponto será permitido a um e a outro a vivência do sexo. Para os swingers a comunicação é essencial. Por exemplo, vocês podem combinar com antecedência alguns sinais, regras claras e códigos para que quando estiverem lá dentro da casa de swing, vocês se comuniquem claramente sobre quando continuar ou parar qualquer comportamento que não estiver agradando.
  2. Lembre, swing não é fazer mal ao outro. Swing é uma prática que tem que fazer bem a todos os envolvidos. E o que você estiver fazendo tem que estar de acordo com os seus valores, com o que você acha interessante, e também de acordo com os valores do(a) seu(sua) companheiro(a).
  3. Para fazer sexo mais vezes, muitas vezes, e durante bom tempo na vida, vale se cuidar se prevenindo com preservativos. Isto garante a sua saúde e a saúde de quem estiver com você, porque é bem provável que depois vocês também terão contatos sexuais entre vocês. Então o fato do seu companheiro ou companheira perceber que você se cuida, faz ele admirar você ainda mais. Normalmente isto é o que ocorre.

Sem seguir estas 3 regras iniciais básicas, casais frequentemente causam danos a própria relação de casal, inclusive com alguns rompimentos.

Mas normalmente isto ocorre com praticantes “de primeira viagem” que vão para uma casa de swing sem se informar antes, sem ler nada a respeito.

Aos que já conhecem a prática do swing e se comunicam adequadamente, normalmente esses atritos não ocorrem.

Vivenciar ou não o sexo através do swing, é sempre uma decisão que tem que ser sua.

Tal pratica não é por si, nem boa nem má, simplesmente combina com alguns casais e não com outros. É válida se fizer bem a todos os envolvidos.

Leia também:

Não se assuste se você já pensou em praticar o swing

Com um público adulto seleto, os swingers (praticantes de sexo em grupo) afirmam que somente casais sinceros entre si, suportam tal prática.

Os próprios praticantes defendem que observar o(a) companheiro(a) relacionando-se com demais sujeitos no mesmo ambiente não é traição.

Dizem os swingers que traição é fazer escondido, sem um acordo entre o casal. E sabe que em alguns pontos eles tem razão? Traição é outra coisa.

Se você que está lendo aqui já é praticante, já sabe, mas explicando pra quem quer conhecer, as casas de swing ou boates que são de “nível” há todo um respeito lá dentro. Já explico.

Estes locais normalmente se dividem entre um espaço para a dança e a música, e espaços reservados aos casais.

A regra é que ninguém sinta-se obrigado e nem obrigue ninguém a participar de momentos íntimos, optando por livre e espontânea vontade vive-los ou não.

Nas casas com um nível legal, se alguém forçar você a participar de algo que você não quer é só você comunicar aos seguranças que esta pessoa é convidada a se retirar do local.

Portanto se um dia você quiser conhecer uma casa de swing, pegue uma casa boa e verá que esse respeito ao seu desejo é sempre considerado.

Você pode ir simplesmente assistir se quiser, se não quiser praticar é só ficar no ambiente que mais agradar a você e quem estiver com você.

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Marlon Mattedi
Marlon Mattedi

Psicólogo. CRP 12/03841. Terapeuta Sexual. Pós-graduado em Terapia Sexual pelo Instituto Brasileiro de Sexologia e Medicina Psicossomática de São Paulo (ISEXP/SP) e pela Faculdade de Medicina do ABC-São Paulo/SP. Especialista em Sexualidade pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH). Especialista em Orientação, Terapia Sexual e de Casal pela Fundação SEXPOL de Madrid-Espanha - Instituto vinculado a Sociedade Européia (FES) e a Associação Mundial para a Saúde Sexual (WAS). Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH) Gestão 2016-2017 e co-fundador do Portal Sexosemduvida.com.

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