Da origem do mundo à evolução dos seres emergem infindáveis desejos, onde um acompanha toda a história na maioria dos indivíduos: o desejo por ter um filho.

Assim pensam quase que na totalidade os seres que chegam ao período de maturidade reprodutiva.

Sabemos que alguns casais conseguem engravidar normalmente, enquanto outros procuram através da tecnologia formas possíveis de fecundar o óvulo, buscando nos serviços de reprodução assistida, eliminar o estado de infertilidade.

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Mas como fica a sexualidade do casal quando não se alcança a reprodução através do método natural?

O que se percebe é que encontrando tal dificuldade com freqüência a culpa pela infertilidade é lançada sobre a mulher.

Mais de 60 fatores podem ser motivos da infertilidade, isto tem a sua significância, mesmo assim o homem raramente pára para pensar o que ele também pode apresentar.

Uma das dificuldades dos casais é lidar com a famosa pergunta: “Quando vêm o herdeiro?”

Como se não bastasse a própria pressão para engravidar, ainda vêm a sociedade somar pontos na contra mão. E mais, em um significativo número de casais tem-se um bebê e infelizmente uma separação, onde o investimento de energia, dinheiro e tempo foi alto, mas o casal foi esquecido.

Durante tratamentos prolongados, cansativos e um certo número de insucessos, nota-se o abandono do casal.

Supervaloriza-se o óvulo, as trompas, os ovários, os espermatozoides, o físico. Tudo isto tem a sua importância, mas o casal onde fica?

Frequentemente da-se atenção à parte física e ficam esquecidas as emoções.

Psicólogos, médicos, enfermeiros, profissionais da saúde sabem desta importância.

Lamento que mesmo sob a ótica destes conhecimentos ainda se encontre profissionais mantendo a relação de alta tecnologia com sensibilidade zero.

Afirmo, entre a medicina e a psicologia temos um grande espaço a trabalhar. Conectar-se a estas duas ciências é sempre o mais indicado.

Vivendo tal dificuldade procure acompanhamento psicológico, sem esta devida atenção a busca por um filho pode ficar comprometida, demorando muito mais tempo e as vezes impedindo a própria conquista.

Com profissionais treinados, cuidem das emoções!

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Marlon Mattedi
Marlon Mattedi

Psicólogo. CRP 12/03841. Terapeuta Sexual. Pós-graduado em Terapia Sexual pelo Instituto Brasileiro de Sexologia e Medicina Psicossomática de São Paulo (ISEXP/SP) e pela Faculdade de Medicina do ABC-São Paulo/SP. Especialista em Sexualidade pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH). Especialista em Orientação, Terapia Sexual e de Casal pela Fundação SEXPOL de Madrid-Espanha - Instituto vinculado a Sociedade Européia (FES) e a Associação Mundial para a Saúde Sexual (WAS). Secretário Geral da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH) Gestão 2016-2017 e co-fundador do Portal Sexosemduvida.com.

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