A homossexualidade é um tema repleto de preconceitos e dificuldades. Mas, de forma simples, a homossexualidade nada mais é que uma das formas do desejo sexual se apresentar – heterossexual (desejo por indivíduo do sexo oposto), homossexual (desejo por indivíduo do mesmo sexo), bissexual (desejo por indivíduos do mesmo sexo e do sexo oposto).

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Quando se fala em comportamento homossexual masculino ele pode se apresentar de três maneiras:

  1. ativo (aquele que exerce ação de penetrar),
  2. passivo (aquele que sofre a ação de penetrar)
  3. ou híbrido (aquele que sofre e exerce a ação de penetrar).

O comportamento pode ainda se apresentar de forma estável (que se apresenta permanente) ou circunstancial (que depende de lugar, tempo e desejo).

Após recentes e diversas discussões, mesmo já tendo sido retirada da lista de doenças mentais pela Organização Mundial de Saúde desde 1990, ficou estabelecido que a homossexualidade não tem cura porque não é doença.

Isso deve contribuir para a diminuição do preconceito social.

Os profissionais de saúde, incluindo os psicólogos, sempre puderam (e devem!) atender a pessoa homossexual.

O que acontece é que hoje os conselhos federais de medicina e psicologia não podem mais catalogar a homossexualidade como doença, por isso não há tratamento terapêutico de cura ou reversão da sexualidade.

Sendo inclusive, terminantemente vedada, por resoluções dos mencionados conselhos, de promessas assim.

Saiba que a dificuldade em ser homossexual não está no desejo em si, mas sim na rejeição pessoal e social.

A falta de aceitação e de respeito pela pessoa é que pode contribuir para um desenvolvimento desestruturado e gerar desequilíbrio e promiscuidade.

A educação sexual é uma das formas de diminuir o preconceito. Além do amor e cuidado que todos precisamos.

Por fim, ratifico que a homossexualidade não é doença e a pessoa não escolhe a orientação do desejo. Não há opção. A sexualidade simplesmente é. Você pode até não concordar, mas sempre respeitar.

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Carolina Freitas

Psicóloga, CRP 09/8329 (Inscrição anterior CRP 01 de 13/03/1998 a 05/12/2012). Mestre em Psicologia, Psicopedagoga, Sexóloga, Especialista em Educação Sexual. Terapeuta Sexual pelo Centro de Sexologia de Brasília CESEX. Terapeuta Cognitivo Sexual. Professora de pós graduação. Supervisora clínica. Delegada Estadual - Goiás 2020/2022 da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana SBRASH, Idealizadora e coordenadora o Programa Florescer - Gênero e Sexualidade (@programaflorescer). Especialista do portal sexosemduvida.com Atua na área de psicologia clínica com adultos, terapia de casal e terapia sexual há mais de 20 anos e desenvolve trabalhos de palestras, cursos, consultoria e orientação em educação sexual para pais e mestres. Instagram: @psi_carolina_freitas.

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