O termo homofobia foi utilizado, inicialmente, por Kennedy Smith na década de 70, o qual definiu a homofobia como o ódio de se estar com um homossexual em um espaço fechado do tipo elevador, casa, ambiente de trabalho dentre outros.

Trata-se de um ódio ‘mortal’, uma sensação de aversão sentida pela pessoa dita heterossexual em habitar o mesmo espaço que uma pessoa dita homossexual.

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Pode ser entendida enquanto uma percepção negativa da homossexualidade, apresentando componentes importantes de violência pessoal, interpessoal e social.

A homofobia pode ser expressa em várias atitudes pelas quais a sociedade perpetua a opressão aos homossexuais. São elas:

Atitudes que expressam homofobia

  1. Ignorar as questões e demandas sociais dessa população.
  2. Excluir referências positivas de homossexuais no campo cultural, artístico, político, entre outros.
  3. Negar as estatísticas sobre o tamanho dessa população e sua importância social.
  4. Expressar desconforto com assuntos que envolvem relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo.
  5. Demarcar espaços públicos específicos para indivíduos homossexuais.
  6. Utilizar termos pejorativos para designar homossexuais.

Em razão da existência desta percepção negativa que alguns indivíduos possuem a respeito da homossexualidade, assumir esta orientação sexual não é uma tarefa fácil.

As dificuldades começam com a própria percepção da pessoa em relação a sua sexualidade. Os valores culturais aprendidos influenciam e dificultam a aceitação na família, trabalho, sociedade e também na aceitação da homossexualidade pelo próprio indivíduo.

A homofobia é um entrave que impede o indivíduo, até então saudável, a transformar e ser transformado pela sociedade. Paralisa o indivíduo homossexual, que pode, na maioria das vezes, não se aceitar e sofrer por conta de algo que ainda é imposto como “escolha errada”, doença ou pecado.

A questão é: quem dá o direito de escolher a pessoa homossexual como alvo de violência? Afinal, os valores humanos devem estar acima de convicções pessoais e religiosas, não é verdade?

A homofobia precisa ser combatida na sociedade!

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Karlesy Stamm

Psicóloga pela Faculdade Evangélica do Paraná/PR. Especialista em Sexualidade Humana CRP 08/16133. Especialista em questões de gênero, transexualidade e mudança de sexo.

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