No mês de outubro de 2015 São Paulo recebeu a 1ª. Parada Assexual, evento que reuniu pessoas que não tem interesse em sexo.

Mas o que é a assexualidade? Quem são essas pessoas? Elas existem? São celibatárias? Sofreram algum abuso? Diversos questionamentos surgiram depois desta visibilidade. O que é bom!

Vamos então entender sobre essa possibilidade de viver a sexualidade…

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Entenda a Assexualidade

Os assexuados são pessoas, homens e mulheres, que não têm interesse por sexo. Definem-se por esta falta de atração sexual.

Assexualidade é celibato? Não, o celibato é uma escolha. A pessoa tem desejo sexual e atração sexual, mas por alguma razão opta por não ter uma vida sexual ativa, escolhe a abstinência sexual.

Assexualidade é trauma de abuso sexual? Não é trauma. A pessoa simplesmente não tem atração sexual. Não existe aversão ao sexo, como em casos de abuso. Apenas não há necessidade, não há interesse no sexo.

Assexuais são pessoas infelizes? Também não, apenas não têm atração sexual. Mas, se apaixonam, vivem, se divertem, trabalham, estudam… Entenda, há a expectativa de relacionamento, não de sexo.

Assexualidade é uma doença? Não é patologia. Não existe sofrimento. O sofrimento é a não aceitação social, bem como da homossexualidade e da bissexualidade.

Olá! Eu sou o Dr. Bot, um assistente virtual e estou aqui para ajudar a esclarecer suas principais dúvidas!

De maneira anônima, converse com nosso robô que já ajudou milhares de pessoas a melhorar o sexo.

Qual das opções quer saber mais?

Vale lembrar que na adolescência o desejo sexual toma vida e se direciona para o mesmo sexo (homossexual), pelo sexo oposto (heterossexual) e para ambos (bissexual). Pois é, em algumas pessoas ele não aparece.

Como é um conceito ainda em construção, você pode ter outras dúvidas. Mas lembre-se, respeito à diversidade sexual sempre! Pense nisso!

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Carolina Freitas
Carolina Freitas

Psicóloga, CRP 09/8329 (Inscrição anterior CRP 01 de 13/03/1998 a 05/12/2012). Psicopedagoga, Sexóloga, Mestre em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília, Especialista em Educação Sexual. Terapeuta Sexual pelo Centro de Sexologia de Brasília CESEX, Delegada Estadual - Goiás biênio 2018/2019 da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana SBRASH, Idealizadora e coordenadora o Programa Florescer - Gênero e Sexualidade.

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