5 atitudes que diminuem o desejo sexual do casal

1) Falta de beijos e preliminares

O beijo é um dos termômetros da relação (e é aquele beijo de língua, nada de bitoquinha), e deve ser usado para estimular o desejo e a excitação em todo o corpo, junto com a masturbação e o sexo oral, por exemplo.

Lembre disso no dia a dia, já que as preliminares duram do fim de uma relação sexual até o início da próxima!

2) Brigas e dificuldade de comunicação entre o casal

As pequenas brigas do dia a dia, as discussões e a falta de comunicação entre os casais prejudicam o sexo.

Quando um está chateado, ou com raiva do outro, é difícil se entregar e aproveitar a relação sexual.

Conversar é sempre a melhor solução.

3) Ansiedade e ansiedade de desempenho

A ansiedade costuma deixar a cabeça acelerada e trazer pensamentos futuros de “e se” e “será”, que atrapalham o sexo, tiram o foco do presente e do prazer, que é fundamental para a excitação.

A ansiedade do desempenho provoca o objetivo da “performance perfeita/ideal”, que está longe de existir.

Cada um tem gostos e prazeres diferentes, e todos estão sujeitos a falhas, já que a perfeição não existe.

4) Dor na hora da relação

Toda vez que sentimos dor, nosso cérebro tenta nos proteger.

No caso da dor na relação sexual, o cérebro tende a contrair a vagina cada vez mais para evitar incômodos, e se continuar a tentar a penetração mesmo com essa dor, isso pode inclusive diminuir o desejo a excitação com o tempo.

O segredo é caprichar nas preliminares e, em alguns casos, buscar ajuda de especialistas.

Leia também: 9 Causas de Dor na Relação Sexual

5) Quando o namoro não é prioridade do casal

O desejo na maioria das vezes não surge do nada, ele precisa ser provocado, este tipo de desejo é chamado de responsivo, ou seja, ele precisa ser estimulado para aparecer.

Para isso acontecer em um relacionamento é importante existirem momentos dedicados ao casal, com carinhos e atitudes que recuperem o desejo, sem deixar a relação cair na rotina.

Lembre-se de quando namorava, o que faziam que não fazem mais hoje, que tal voltar a experimentar?

Leia também:

Fontes:

Paula Napolitano

Psicóloga clínica (CRP: 06/90349), Pós-graduada em Terapia Sexual pela Faculdade de Medicina do ABC – ISEXP. E pós-graduanda em Terapia cognitiva comportamental pelo CTCveda. Membro-pesquisadora e vice presidente do Cepcos (Centro de Estudos e Pesquisas em Comportamento e Sexualidade. Docente e palestrante em escolas, empresas/instituições e pós-graduações. Autora do livro: “Sexplicando: sexualidade sem mitos e tabus”. E co-autora dos livros: “ Diversidade e Sexualidade: para quem educa em casa, na escola, na empresa e a si mesmo” e “As minhas, as suas e as nossas sexualidades”. É autora do site www.paulanapolitano.com.br, onde publica conteúdos sobre sexualidade, saúde, diversidade, relacionamento e autoconhecimento. Também pública conteúdos educativos sobre essas áreas no Facebook, instagram e no YouTube. Participa como convidada em programas televisivos, além de colaborar com matérias e artigos em revistas, jornais e websites. Consultora de sexualidade na Rádio Jovem Pan, com participação quinzenal no programa Morning Show.


Posts Relacionados: