O casamento não precisa ser o fim do sexo, como muitas pessoas acreditam.

É possível ter uma vida sexual movimentada mesmo em relações de longo prazo e com compromissos e responsabilidades.

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Quantas vezes é normal um casal ter relações?

No início de qualquer relação, como no início de qualquer nova atividade na vida, tudo é diferente, o que mantém a curiosidade e a disposição sexual em alta.

Nesta fase inicial muitos casais costumam ter uma alta frequência de atividade sexual, que tende a estabilizar com o passar do tempo.

Isto acontece porque cada pessoa tem uma necessidade sexual única e individual e, quando a relação se mantém estável é esperado que cada parceiro entre em sua zona de conforto.

Muitos casais acreditam que quanto mais relações sexuais tiverem, melhor o relacionamento. Estão preocupados com a quantidade de relações por semana.

Contudo, não existe um número de relações que seja considerado normal ou esperado nos relacionamentos. O normal é definido pelo próprio casal: a freqüência que agrada a ambos.

É importante ressaltar que mais do que a quantidade, nos relacionamentos longos é muito mais importante a qualidade das relações.

Ter relações em que ambos saiam satisfeitos, sentindo-se apreciados e relaxados deve ser o objetivo.

Olá! Eu sou o Dr. Bot, um assistente virtual e estou aqui para ajudar a esclarecer suas principais dúvidas!

De maneira anônima, converse com nosso robô que já ajudou milhares de pessoas a melhorar o sexo.

Qual das opções quer saber mais?

Como melhorar o sexo no casamento?

De forma geral, é preciso olhar com atenção para si próprio(a) e para a(o) companheira(o) e perceber se a diminuição do desejo sexual é normal por conta do tempo de relação ou se há algum outro problema atrapalhando.

Quando um dos parceiros tem uma queda muito marcante na vontade de fazer sexo, pode ser que não seja uma diminuição por conta do tempo ou estabilidade da relação.

As causas podem ser tanto físicas (ex. problemas hormonais) quanto emocionais (por exemplo, estresse, ressentimentos). Neste caso, é indicado que o casal procure ajuda especializada.

Agora, se o problema é o tempo de relação, as mudanças que a vida a dois trazem, é possível melhorar a vida sexual ainda hoje.

Veja algumas dicas para melhorar o dia-a-dia e assim ambos parceiros poderem relaxar mais e estar mais dispostos para o sexo:

1) Continue namorando

Muitas vezes, ao assumir o papel de casados, o casal deixa de fazer atividades e praticar atitudes que tinham ao namorar. O que vocês gostavam de fazer a dois quando namoravam? Que tal começar organizando a rotina e abrindo um espaço na agenda para os dois?

2) Tranque a porta

Privacidade é fundamental. Mesmo casais com filhos, em que a casa é compartilhada por todos, precisam ter espaço e tempo próprios. Sexo precisa de tempo, de clima, de segurança de que a porta não vai abrir a qualquer momento. Não deixe o sexo sempre como última opção do dia. Sim, é um desafio. Mas vai valer a pena.

3) Divida as obrigações

Contas, tarefas, cuidados com os filhos, compromissos profissionais, etc. fazem parte da vida. Contudo conversar sobre isso o tempo todo torna a rotina chata e as conversas do casal superficiais. Tenham uma conversa franca sobre o papel e responsabilidades de cada um nas contas, nos cuidados com os filhos e no que for relevante para que trabalhem em equipe.

4) Cultive a individualidade

Não esqueça que é preciso ser “um” também. Prazeres individuais e interesses pessoais fazem parte da individualidade de cada um e enriquecem os assuntos e convivência.

5) É preciso querer melhorar

Parar de reclamar e buscar soluções a dois. Contudo, se o casal não está conseguindo por si só é o caso de buscar ajuda especializada. Vamos lembrar que a perda do desejo sexual pode ter muitas causas. Um especialista vai poder orientá-los sobre a melhor abordagem ao problema.

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Gabriela Pavani Daltro
Gabriela Pavani Daltro

Psicóloga pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). CRP 06/86668. Extensão em Psicogerontologia (Terceira Idade) pela PUC-SP. Especialista em Sexualidade Humana pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo(FMUSP). Terapeuta de Casal pelo Ciclo-Ceap SP. Especializanda em Neuropsicologia clínica pela USP-SP. Extensão em "Desfechos Negativos Associados ao Comportamento Sexual (Compulsão sexual, ISTs/AIDS, violência sexual) pelo Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo do HC-FM-USP. Capacitação em Intimidade e Sexualidade do Casal pelo Relational Life Institute - Estados Unidos. Autora dos Livros Digitais: Prazer na Intimidade - Guia para Mulheres e Como ter Orgasmos Sempre. Membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana - SBRASH.

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